quarta-feira, 16 de julho de 2008

SEDENTARISMO E SAÚDE

Índice de exercício de adolescentes é 27 vezes menor do que de crianças

LINDSEY TANNER
da Associated Press, em Chicago

Um grande estudo realizado nos Estados Unidos mostra que as crianças americanas se tornam preguiçosas quando se tornam adolescentes. Enquanto 90% das que têm 9 anos praticam atividades físicas por duas horas na maioria dos dias, menos de 3% o fazem quando chegam aos 15 anos.

O estudo, publicado no "Journal of the American Medical Association", teve participação de cerca de 1.000 crianças com idades variadas, entre 2000 e 2006. Ele aponta ainda que os meninos são mais ativos do que as meninas em todas as idades.

A pesquisa sugere também que menos de um terço dos adolescentes dessa idade se exercitam dentro do mínimo recomendado pelo governo --uma hora de exercício moderado a intenso, como ciclismo, caminhada rápida, natação ou cooper.

O resultado levanta preocupação quanto à continuidade do sedentarismo na idade adulta, o que aumenta o risco de problemas de saúde.

"As pessoas não vêem esse cenário como a crise que de fato representa", afirma Philip Nader, pediatra e professor emérito da Universidade da Califórnia, em San Diego. Para ele, a conclusão "dramática" está relacionada a mudanças nas escolas e ao uso de computadores e videogames.

O sedentarismo está relacionado a problemas como doenças cardíacas, obesidade, hipertensão e diabetes.

A divulgação do estudo ocorre uma semana após um importante grupo de pediatras recomendar que mais crianças tenham seu nível de colesterol checado e que algumas com até oito anos sejam medicadas com drogas para baixar o nível do lipídio.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

OS RISCOS DA COMPETIÇÃO NAS CRIANÇAS

Esportes de competição podem prejudicar crianças, diz ONG

da Efe, em Madri

A ONG Save the Children apresentou um relatório ("Crianças em Competição") no qual critica a prática de esportes competitivos por atletas cada vez mais jovens.

O estudo mostra que o esporte repercute positivamente no desenvolvimento físico, mental e moral de uma criança, pois, além de ser uma diversão, é capaz de disciplinar e dar autoconfiança.

No entanto, a Save the Children diz que o esporte é prejudicial quando deixa de ser uma atividade lúdica e complementar e passa a servir apenas para "satisfazer os desejos dos pais".

Segundo a ONG, 2.600 atletas menores de 16 anos vão parar anualmente em hospitais do Reino Unido com lesões provocadas por exercícios físicos.

Além disso, cerca de 15% desses esportistas correm o risco de sofrer distúrbios alimentares como a anorexia ou problemas de crescimento, como a perda da massa óssea prematura.

O relatório também critica a China, cuja capital será palco dos Jogos Olímpicos deste ano. Para a Save the Children, o vertiginoso êxito do esporte chinês ocorre junto ao rigoroso programa de treinamento estabelecido em mais de 11.600 escolas esportivas, nas quais cerca de 6 milhões de crianças treinam em condições "duríssimas" e chegam a sofrer maus-tratos de seus treinadores.

Já algumas modalidades colocariam diretamente em perigo a integridade física desses atletas prematuros, como o muay thai ou boxe tailandês, um esporte que tem movimentado muito dinheiro e submete crianças a "condições terríveis", segundo a ONG.

Há também o caso das corridas de camelos nos Emirados Árabes Unidos, proibidas em 2005, nas qual se utilizavam milhares de meninos retirados de Bangladesh, Paquistão ou Sudão.

Outro motivo de crítica foi o "recrutamento" de jovens promessas de futebol, a maioria deles da África, que por meio de documentos falsos vão parar na Europa.

Segundo o relatório da ONG, 98% desses jovens vivem em de forma ilegal na Europa, 70% são menores de idade e a maioria acaba nas ruas das grandes cidades, sem possibilidade de retornar a seus países de origem.

Para evitar abusos, a organização aconselha que os menores de sete anos não participem de competições e que até os 13 não se especializem em nenhum esporte.

sábado, 5 de julho de 2008

quarta-feira, 2 de julho de 2008

EFEITOS DA POLUÇÃO E DA EMISÃO DE GASES

Proximidade de trânsito aumenta risco de alergias em crianças

MÁRCIO DAMASCENO
para a BBC Brasil, de Berlim

Um estudo realizado na Alemanha sugere que crianças que moram em regiões de trânsito movimentado aumentam em 50% as chances de desenvolver doenças alérgicas como asma e infecções de pele.

Os pesquisadores do Instituto de Epidemiologia do Centro Helmholtz para Pesquisa de Infecções analisaram 3 mil crianças em dois grupos o primeiro residia no centro da cidade de Munique, no sul da Alemanha, e o segundo era composto por crianças que viviam nos arredores da cidade, afastadas da área mais movimentada.

A pesquisa observou as crianças durante seis anos. Todas elas moravam no mesmo local desde o nascimento.

Segundo o estudo, quanto mais longe do trânsito as crianças moravam, menor era o risco de desenvolver doenças respiratórias e alergias.

De acordo com os pesquisadores, trata-se do primeiro estudo epidemiológico controlado em laboratório que comprova os efeitos já conhecidos da poluição do trânsito na saúde das crianças.

Impacto

Para chegar aos resultados, a equipe considerou a distância da casa ao trânsito e a contaminação do ar registrada no endereço das crianças - a partir da concentração de partículas finas e gases resultantes da queima dos motores dos carros.

Segundo a pesquisa, a incidência de doenças respiratórias nas crianças, como asma alérgica e alergias ao pólen, aumentou proporcionalmente ao nível de partículas finas no ar.

Já a elevação da presença de gases poluentes na atmosfera, como o dióxido de nitrogênio, contribuiu para elevar os casos de alergias de pele nas crianças.

Os resultados indicaram ainda que as crianças que viviam a menos de 50 metros de uma via principal desenvolveram alergias com uma freqüência até 50% maior em relação às crianças de mesma idade, mas residentes em áreas afastadas do trânsito.

Para avaliar as condições de saúde dos participantes, a equipe de cientistas analisou exames de sangue para constatar a presença de anticorpos dos tipos mais comuns de alergia e realizou questionários freqüentes com os pais das crianças.

TRANSITO É EDUCAÇÃO

Educar versus punir e os conceitos distorcidos

Educar versus punir e os conceitos distorcidos

O Denatran determinou que os radares sejam sempre sinalizados claramente, com placas indicativas e disponibilizados de forma visível. Multas que forem aplicadas por radares escondidos não terão mais validade.

A justificativa para isso é sempre a de que deve-se "educar em vez de punir". Claro, concordo. Não se deve punir alguém que não foi previamente instruído sobre o que se pode ou não fazer, porque estaria-se castigando um inocente. Mas vejamos:

O que é mais importante, decorar o nome correto da placa ou saber o que se espera do motorista ao avistá-la?
- A primeira educação que um motorista recebeu sobre velocidade no trânsito foi na auto-escola. Ou pelo menos deveria ser, se as pessoas não fizessem as aulas só para conseguir o documento e sim para aprender a dirigir direito. E dirigir não é só apertar os pedais e mover as alavancas com o sincronismo correto e saber encaixotar o carro entre dois pauzinhos, como o exame prático exige de nós. Ou decorar a placa que corresponde a "área de campismo", uma das questões que podem ser encontradas no exame teórico. Muito mais importante é ensinar a respeitar uma placa de "Passagem sinalizada de escolares", que hoje em dia serve só de enfeite e é afixada nos postes apenas para se cumprir uma determinação legal na sinalização da via. Que motorista diminui a velocidade ao ver uma placa dessas? Que motorista percebe uma placa dessas? Instruir é educar.

Em iniciativa da ONG Ruaviva, "anjos" lembraram os motoristas sobre os limites de velocidade
- A segunda educação que o motorista recebe é a placa que sinaliza a velocidade máxima permitida na via. Se está escrito 60km/h, vamos andar a 60km/h. Informar é educar.

Depois de devidamente instruído e informado, portanto devidamente educado, o motorista recebe uma multa por excesso de velocidade. Se irrita, exibe o belo discurso de que é necessário educar e não punir, fala em "indústria das multas", diz que a prefeitura enche os bolsos com as multas aplicadas. Ué, mas ele já não foi educado? Se ele não sabe para que serve aquela placa, não deveria dirigir. E quantas dessas multas são realmente indevidas? Quantas multas foram aplicadas em veículos que não cometiam infração nenhuma? Quem está errado, o radar fotográfico ou o motorista?

Enquanto isso, vemos estatísticas como essa, que diz que os atropelamentos são a maior causa de mortes no trânsito em São Paulo. Ou seja, quase metade dos mortos em acidentes de trânsito não estavam nem dentro dos carros! Quem está errado, o pedestre ou o motorista?

Repare que o vídeo dessa reportagem diz que o motorista de um ônibus "perdeu o controle" e atropelou um grupo de pessoas que estava na calçada. A máquina começa a agir sozinha. Diz o repórter que o veículo "desgovernado" derrubou três postes, invadiu um canteiro e passou por cima de um monte de gente. É simples assim, perde-se o controle: o motorista está dirigindo ali, calmamente, atento e concentrado. De repente ele "perde o controle", como se ele próprio fosse uma das vítimas da máquina demoníaca. Imagine se um açougueiro "perde o controle" do facão que usa para cortar as carnes, ou se um cabeleireiro "perde o controle" de sua tesoura! Mas perder o controle de um carro é sempre uma boa desculpa. De fato, perde-se o controle muito fácil ao dirigir: em uma fechada, no trânsito parado, até ao ver um pedestre que ainda não terminou de atravessar quando o sinal abriu...

No final, a reportagem tenta justificar os atropelamentos mostrando vários pedestres que se recusam a usar uma passarela da região e atravessam em meio aos carros. Claro que há casos em que os pedestres se arriscam, mas os atropelamentos não acontecem apenas em situações assim. Que o diga a família da moça que morreu atropelada por esse ônibus...

E o pior é que o direito do carro particular sobre o espaço público se tornou parte tão integrante da nossa cultura urbana, que muitas pessoas partem do princípio de que o pedestre é que não deveria estar na rua. Por esses dias estava almoçando com alguns amigos quando ouvimos uma freada seca: um carro, ao fazer a curva para entrar numa rua em alta velocidade, quase atropelou meia dúzia de pedestres que atravessavam na faixa. Uma das pessoas na mesa disse, irritada: "mas também, o cara me atravessa com o farol aberto!". Eu ri e lembrei ele que não há sinal de pedestres naquele cruzamento, que se o pedestre fosse esperar o sinal abrir para ele, não atravessava. Ele não entendeu! Retrucou que "mesmo assim, tem que passar correndo, não pode atravessar devagar assim".

Achei melhor não discutir. Ele não compreenderia se eu tentasse explicar que a prioridade é do pedestre (tanto ética como legalmente), que nem todos conseguem atravessar a rua correndo e que portanto o normal é atravessar andando, que o motorista tem que olhar antes de entrar na rua se tem alguém na faixa que está ali na esquina, bem visível para ele, e tudo o mais. Achei melhor não estragar meu almoço. No dia que um carro cantar pneu em cima dele, duvido que ele se considere errado. Pessoas assim nunca estão erradas, no máximo se enganam... ;)

CONSUMO EXCESIVO E AMBIENTE

Consumo é vilão ambiental, diz americano

Para antropólogo Emilio Moran, nascido em Cuba, é preciso "aprender a desligar a televisão" e dizer "não" a mercados

Estudioso da Amazônia, pesquisador cobra estímulo à indústria regional; "em 30 anos, PIB da população da região subiu menos de 1%"

Divulgação

Antropólogo Emilio Moran lança livro em evento em São Paulo

EDUARDO GERAQUE
DA REPORTAGEM LOCAL

Para resolver o problema ambiental nº 1 do mundo, a receita do antropólogo Emilio Moran, 61, nascido em Cuba, mas morador dos Estados Unidos desde os 14 anos, chega a ser prosaica. "Temos que aprender a desligar a televisão. Ela é a principal ferramenta do consumismo", afirma o especialista em América Latina, que há mais 30 anos investiga o desenvolvimento humano da Amazônia brasileira.
Apesar de a entrevista ter sido feita em um hotel a meio quarteirão da rua Oscar Freire (o palco das grandes grifes mundiais em São Paulo fora dos shoppings) o entrevistado, com orgulho, comenta: "Esta calça que estou usando eu comprei há 25 anos."
Moran é um acadêmico tradicional e assiste televisão. Na Universidade de Indiana, ele dirige um centro que une a antropologia às mudanças climáticas globais - o agricultor amazônico, por exemplo, segundo uma pesquisa feita pelo grupo, não sabe se proteger contra o El Niño, porque ele não registra essas oscilações naturais ao longo do tempo.

Pobreza amazônica
Se o modelo mundial de desenvolvimento, para o pesquisador, está errado, o da Amazônia idem. "Nos últimos 30 anos, o aumento do PIB da população amazônica subiu menos de 1%. Na região, quem ganha é quem já era rico em São Paulo e no Rio de Janeiro."
O antropólogo, que chegou à floresta no início das obras da rodovia Transamazônica, diz que pouco mudou na região. "Não existe infra-estrutura para o pequeno agricultor. A estrada, por exemplo, não mudou muito, continua ruim. Existe ausência de governo na Amazônia com toda a certeza."
Os grandes produtores, lembra o pesquisador, montam sua própria infra-estrutura e acabam fugindo do problema encontrado pelos menores.
"Falta compromisso com a indústria regional, que poderia valorizar os produtos amazônicos. Daria, por exemplo, para fazer uma fábrica de abacaxi enlatado, ou de suco". São várias opções disponíveis, diz Moran, que trabalha em áreas críticas, como Altamira (PA).
A experiência acumulada no campo, inclusive nos recantos amazônicos, é que leva o antropólogo a afirmar: "O maior problema ambiental do mundo é o consumismo. O mercado ensina egoísmo e o indivíduo cada vez mais está centrado em si mesmo", afirma.
Parte do caminho para sair dessa cilada ambiental, Moran apresenta no livro "Nós e a Natureza" (Editora Senac), lançado anteontem no Brasil. "É um livro mais apaixonado. Experimentei a sensação de ir além dos escritos acadêmicos", diz.
Para reforçar seu ponto de vista, de que o modelo mundial é insustentável, Moran usa exemplos da classe média brasileira e da sociedade americana. Ambas ele conhece bem.
No caso nacional, cita a história em que um filho de uma família de classe média do interior de São Paulo comentou com a mãe que eles eram pobres. O motivo era a ausência de uma televisão de plasma na sala, em comparação com a residência do vizinho.

"Subprime" ambiental
"No caso americano, a crise imobiliária é também um problema claro de consumismo", afirma Moran. "O americano, na média, está todo endividado. A maioria paga apenas os juros. Cada um tem uns US$ 20 mil em dívidas só no cartão de crédito". E isso, segundo ele, apenas para querer ter mais e mais. "No caso do mercado imobiliário, por exemplo, muitos fazem a segunda hipoteca [antes de quitar a primeira] para mudar para uma casa maior.
Segundo o antropólogo, enquanto nos anos 1950 a casa de uma família média americana tinha uma vaga na garagem e 140 metros quadrados para seis pessoas, hoje ela tem espaço para três carros e 300 metros quadrados para quatro pessoas.
E os carros, lembra Moran, queimam petróleo cada vez mais em maior quantidade, por causa do tamanho e da potência do motor. "Tenho feito o caminho inverso. Hoje, tenho um carro pequeno e de quatro cilindros", conta o cientista.
Apesar de o quadro ambiental mundial ser dramático, o antropólogo afirma ser otimista e retrata isso em seu novo livro também. "Se não existir esperança, o melhor é pendurar as chuteiras e ir embora."
Para Moran, é o consumidor individual o único que tem poder de ação de fato. "As pessoas podem chegar e dizer "não". Elas podem não consumir mais porque aquilo vai endividá-las e criar pressões [ambientais]".
Além de ensinar os filhos a lerem com um olhar crítico os comerciais, todos deveriam olhar suas gavetas, seus armários, diz ele. "O importante é saber que não se está sozinho. Existem milhões de pessoas no mundo que já não aceitam esse modelo [de desenvolvimento] que nos levará ao colapso."
Moran estuda o Brasil desde os anos 1970

DA REPORTAGEM LOCAL

O antropólogo Emilio Moran estuda o Brasil desde os anos 1970. Antes de chegar aos Estados Unidos aos 14 anos, para morar em um campo de refugiados, ele nasceu e passou sua infância em Cuba, para onde nunca mais voltou.
"Eu minha mãe, que já era viúva, saímos como uma mala e US$ 5". É por isso, brinca, "que acabei conseguindo me virar com pouco". O motivo da saída foi o medo de ver o filho único ser mandado para a antiga União Soviética. "Era um boato que corria na época, de que os melhores alunos iriam para a Europa, que nunca se confirmou. Foi apenas quem optou por isso", relembra.
Discípulo do brasilianista Charles Wagley, da Universidade da Flórida, Moran, formou-se em literatura e estudou Rui Barbosa e a escravidão antes de fazer pós-graduação em antropologia. Vem desse tempo o aprendizado do português. "Fiz isso, para poder trabalhar em qualquer país da região [a América Latina]". (EG)

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O lucro do caos!

Efeito colateral ou conseqüência natural?

Portando armas brancas, de fogo ou sobre quatro rodas, alguns exemplos da rima perfeita entre Motor e Morte.

Na imagem acima, a propaganda de um comércio estadunidense que está vendendo duas armas pelo preço de uma: compre um carro, ganhe um revólver.

Em São Paulo, mesmo sem a fantástica promoção, um exemplo real dos dois produtos em uso: “Briga no trânsito de SP acaba com um morto a tiro”

No Rio de Janeiro, sem as armas de fogo: “Homem é agredido com barra de ferro após briga de trânsito”

De volta à São Paulo, onde os congestionamentos literalmente enlouquecem as pessoas: “Alterada, mulher guia 5km na contramão”

E para não contrariar o slogan petrolífero que afirma “apaixonados por carros”: “Homem afirma que já fez sexo com mais de mil carros”.

Assim como a Monsanto e seu Agente Laranja desepejado no Vietnã ou como a Lockheed-Martin, pilar industrial da invasão do Iraque e financeiro do governo Bush, a indústria automobilística lavaria suas mãos e diria: “Não temos nada a ver com isso. Apenas fabricamos veículos que andam a 180km/h e fazemos propagandas estimulando o individualismo e a velocidade, mas não nos responsabilizamos pelo excesso de velocidade ou pelo individualismo de motoristas que agridem, matam ou desrespeitam outras pessoas pilotando nossos produtos”.

E seguimos acreditando que existe EcoSort, guerra pela paz, invasão para libertar ou que os automóveis são apenas veículos para o transporte.